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BRUNO FIGUEROA

Bruno Figueroa é graduado em Letras pela UFMG (2013), bacharelado em Literatura Espanhola, com orientação da doutora e diretora Sara Rojo (Mayombe Teatro) e Pós-graduado em Gerenciamento de projetos. Ator e produtor, formado pelo CEFAR – Centro de Formação Artística do Palácio das Artes (BH/MG), participou de oficinas e cursos de formação com diversos artistas, como; Tiche Vianna (comédia dell’art); Raquel Scotti Hirson (Mimésis Corpórea); Ana Woolf - Argentina (Voz e corpo); Cristiane Paoli Quito (Palhaço), Dudude Herrmann (Dança), Ernani Maletta (música), Mariana Muniz (improvisação), Nanny Cogorno – Argentina (Palhaço), Jo Kukathas – Dinamarca (Interpretação), entre outros. Como ator, atuou nos espetáculos “Mergulho” (2018), com concepção, direção e dramaturgia de Rita Clemente, Matinê (2016), com direção de Rita Clemente, “Jogo do bicho” (2005), com direção de Lenine Martins; que integrou a programação do Festival Callejero de Teatro, na Colômbia, e do FITBH (2006); no espetáculo infantil “O Rapto das Cebolinhas”, com direção de Wilson de Oliveira; e nos espetáculos “O Balcão”, com direção de Lenine Martins e “Ato Variado”, com direção de Mauro Xavier, ambos em 2004. No cinema, fez três curtas-metragens: “A outra metade são cinzas”, com direção de Manuella Guerra e Thiago Ferraz (2015); “Nota de saída”, com direção de Michele Abdala e “Jogando pelo amanhã”, com direção de Sergio Gomes. No audiovisual participou como ator do clip da banda “Chuva a Granel”, com a música “Cadente Madrugada” (2015), fez a campanha institucional da FIAT, com vídeos de treinamento técnico para os funcionários (de 2005 a 2007), filme Invisível (2017), para o Governo de Minas Gerais e a campanha de retorno ao trabalho para o SEBRAE (2020). Como produtor, trabalhou em 2004 nos espetáculos “O Balcão” e “O Ato Variado”, e participou de 2005 a 2006, do grupo de pesquisa “Teatro da Figura”, onde atuou como produtor executivo das produções do espetáculo na Colômbia e no FIT BH 2006. De 2007 a 2013, trabalhou como produtor executivo em projetos de grupos de Belo Horizonte e São Paulo, como a Primeira Campainha, Cia. Afeta e a Cia. Soma. Fundou em 2016, junto ao ator André Senna, o “NOVO Coletivo”, uma plataforma de criação e gestão de projetos culturais.

Fotos de Trabalhos

Clippings

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